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Edição Jornalística – PUC Minas

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O “caso de sucesso” da segurança no Carnaval de BH

Com queda de 70% no furto de celulares, capital mineira aposta em monitoramento em tempo real e policiamento ostensivo para garantir a segurança dos foliões

Belo Horizonte encerra o Carnaval de 2026 com uma redução drástica na criminalidade de rua. O dado central, divulgado pelo governo estadual, aponta uma redução de 70% nos furtos de aparelhos celulares em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Estratégia eficaz

Diferente de anos anteriores, em que o policiamento se concentrava nas extremidades dos blocos, em 2026 as forças de segurança atuaram em patrulhas móveis infiltradas no fluxo da multidão. O monitoramento por imagens também deu um salto. O uso de algoritmos de identificação de comportamentos suspeitos permitiu que a central de operações alertasse as equipes de rua antes mesmo que o furto fosse consolidado. Quando o crime ocorria, a rápida comunicação entre os agentes de segurança possibilitava o cerco nas rotas de fuga já mapeadas.

O que o público sentiu?

Para quem acompanhou os desfiles de perto, a mudança foi sentida na prática. A sensação de segurança, muitas vezes subjetiva, desta vez veio acompanhada de dados que mostram que a capital mineira é capaz de gerenciar milhões de foliões com o mínimo de ocorrências graves.

Infográfico – Dados de https://www.seguranca.mg.gov.br/index.php/noticias/minas-gerais-registra-reducao-de-crimes-no-carnaval-2026-como-roubo-e-furto-de-celular-feminicidio-e-homicidio

Na prática e nos números foi perceptível uma evolução na questão da segurança das ruas de Belo Horizonte, no entanto, ainda houveram algumas queixas e pedidos de melhoria para o próximo ano. Para muitos ainda há muito para melhorar. Estudantes comentaram sobre suas experiências com a segurança nas ruas no Carnaval de Belo Horizonte:

“Particularmente não me senti muito seguro no carnaval de BH, fiquei com muito medo de puxarem telefone nos blocos. Mesmo com a polícia mais próxima comparando com os outros anos, o sentimento de insegurança ainda estava presente”

Matéria produzida por Amanda Gonçalves, Ana Luisa Maciel, Bernardo Batista Alves, Lara Pozzolini e Larissa Gino.

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